sexta-feira, 4 de julho de 2014
Festas de Lisboa 2014
Este ano, 2014, é um ano de muuuuiiiito trabalho, de obras, de preocupações...
Quem conquista sempre rouba
Quem cobiça nunca dá
Quem oprime tiraniza
Naufraga mil vezes
Bonita eu sei lá
navegar navegar...
Já é tempo de partir
Adeus morenas de Goa
Já é tempo de voltar
Tenho saudades tuas
Meu amor
De Lisboa
Antes que chegue a noite
Que vem do cabo do mundo
Tirar vidas à sorte
Do fraco e do forte
Do cimo e do fundo
Trago um jeito bailarino
Que apesar de tudo baila
No meu olhar peregrino
Nos abismos do mar
Visto isto, não tive hipótese alguma de ver o desfile das marchas populares e nem ainda, de ter provado um sardinha assada.
Mas ontem, fui assistir ao espectáculo de encerramento das festas de Lisboa, no jardim da Torre de Belém. Um espectáculo de entrada livre e ao ar livre, em que o Fausto revisitou a sua trilogia sobre a Diáspora Lusitana, cantando as canções dos seus discos: "Por este rio acima", "Cronicas da terra ardente" e "Em busca das montanhas azuis".
O que há para dizer sobre o espectáculo?
É que o Fausto é e continua a ser o Fausto!!
Foi óptimo como não podia deixar de ser!

Navegar, Navegar
Fausto Bordalo Dias
Navegar navegar
Mas ó minha cana verde
Mergulhar no teu corpo
Entre quatro paredes
Dar-te um beijo e ficar
Ir ao fundo e voltar
Ó minha cana verde
Navegar navegar
Mas ó minha cana verde
Mergulhar no teu corpo
Entre quatro paredes
Dar-te um beijo e ficar
Ir ao fundo e voltar
Ó minha cana verde
Navegar navegar
Quem conquista sempre rouba
Quem cobiça nunca dá
Quem oprime tiraniza
Naufraga mil vezes
Bonita eu sei lá
Já vou de grilhões nos pés
Já vou de algemas nas mãos
De colares ao pescoço
Perdido e achado
Vendido em leilão
Eu já fui a mercadoria
Lá na praça do Mocá
Quase às avé-marias
Nos abismos do mar
Já vou de algemas nas mãos
De colares ao pescoço
Perdido e achado
Vendido em leilão
Eu já fui a mercadoria
Lá na praça do Mocá
Quase às avé-marias
Nos abismos do mar
navegar navegar...
Já é tempo de partir
Adeus morenas de Goa
Já é tempo de voltar
Tenho saudades tuas
Meu amor
De Lisboa
Antes que chegue a noite
Que vem do cabo do mundo
Tirar vidas à sorte
Do fraco e do forte
Do cimo e do fundo
Trago um jeito bailarino
Que apesar de tudo baila
No meu olhar peregrino
Nos abismos do mar
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Espectaculos,
Musica
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Mais uma vez o Mundial... foi-se
Nem todo o apoio dos mil e um portugueses espalhados pelo mundo nos pode valer.
O Mundial 2014 foi-se...
Já estamos habituados, certo?
O Mundial 2014 foi-se...
Já estamos habituados, certo?
terça-feira, 24 de junho de 2014
Continuando a recordar Ary dos Santos
Meu Amor, Meu amor
José Carlos Ary dos Santos
Meu amor meu amor
meu corpo em movimento
minha voz à procura
do seu próprio lamento.
meu corpo em movimento
minha voz à procura
do seu próprio lamento.
Meu limão de amargura meu punhal a escrever
nós parámos o tempo não sabemos morrer
e nascemos nascemos
do nosso entristecer.
nós parámos o tempo não sabemos morrer
e nascemos nascemos
do nosso entristecer.
Meu amor meu amor
meu nó e sofrimento
minha mó de ternura
minha nau de tormento
meu nó e sofrimento
minha mó de ternura
minha nau de tormento
este mar não tem cura este céu não tem ar
nós parámos o vento não sabemos nadar
e morremos morremos
devagar devagar.
nós parámos o vento não sabemos nadar
e morremos morremos
devagar devagar.
Recordar
José Carlos Ary dos Santos
Era a tarde mais longa de todas as tardes que me
acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e
eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram
Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram
Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram
Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram
Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Dia Da Criança
Ontem, fomos comemorar o dia da criança para o Parque do Alvito, em Monsanto.
Nunca lá tinha ido. Mas gostei. Principalmente gostei de estar com os filhos e com a neta.
Foi um dia bem passado.
Obrigada!
Etiquetas:
Dia da criança,
Netos
Tem de ser Costa
É verdade! Também eu não votei no PS porque não gosto do Seguro! E como eu, muitos mais.
Em Seguro é evidente a sua ausência de perfil para a liderança de um partido como o PS.
Para o Passos era bom um Seguro a frente do PS. Dava-lhe jeito.
Fiquei desapontada com o recuo de António Costa o ano passado.
Mas agora, finalmente, António Costa deu uma boa noticia. Tem de ser.
António Costa é um politico experiente, dentro do PS.
António Costa tem sido um excelente presidente da Câmara de Lisboa.
António Costa será um bom candidato do PS para 2015.
Em Seguro é evidente a sua ausência de perfil para a liderança de um partido como o PS.
Para o Passos era bom um Seguro a frente do PS. Dava-lhe jeito.
Fiquei desapontada com o recuo de António Costa o ano passado.
Mas agora, finalmente, António Costa deu uma boa noticia. Tem de ser.
António Costa é um politico experiente, dentro do PS.
António Costa tem sido um excelente presidente da Câmara de Lisboa.
António Costa será um bom candidato do PS para 2015.
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