terça-feira, 30 de junho de 2015

Sempre há coisas para fazer


E assim, ando num modo, em que só me apetece cair na cama e dormir, dormir, dormir…
Mas não posso, há coisas para fazer, sempre há coisas para fazer! 
Em casa há coisas para arrumar, refeições para preparar, máquinas de loiça e roupa para tratar…
Tricot, croché, arraiolos, livros por ler… coisas que gostava de fazer… 
No trabalho há urgências, há contas para fazer…
Resta-me respirar fundo, beber um café, descontrair e… continuar…

Há dias assim

Há dias assim...
Dias em que nos sentimos sós, com a alma vazia, com a mágoa no coração e na voz…
Já não valem as palavras, de tanto as calarmos…

Há dias assim...
Dias de ocultar sentimentos, dias de fingir que não há nada…

Quem nos pôs assim?
Quem te levou de mim?
Roubaram-me a alma…
Sei que um dia saberás que a vida não volta atrás…















terça-feira, 23 de junho de 2015

O Pássaro de Fogo

Na 5ª. Feira passada, dia 18, fomos assistir, no Teatro Camões, a estreia do ballet Pássaro de Fogo.
Gostámos! Gostámos tanto que queríamos mais!
O Pássaro de Fogo é um ballet baseado num Conto Popular Russo, sobre um pássaro mágico brilhante, que tanto é uma bênção como uma perdição.
O príncipe Ivan, enquanto passeia no jardim, vê, persegue e luta, com o Pássaro de Fogo. Este, uma vez capturado pelo príncipe Ivan, implora-lhe pela sua vida, e finalmente concorda em ajudar o príncipe Ivan em troca da liberdade, no futuro. Para tal, entrega-lhe uma das suas penas.
Mais tarde, o príncipe Ivan vê treze princesas que estão enclausuradas, e apaixona-se por uma delas.
No dia seguinte, o príncipe Ivan decide enfrentar “o mal” para lhe pedir para casar com a sua bela princesa e assim pretende libertá-la.
Os dois conversam e finalmente começam a brigar. Quando o príncipe Ivan está a lutar com as forças do “mal”, lembra-se da pena e consegue retirá-la do bolso e abana-a, então aparece o Pássaro de Fogo, fiel à sua promessa, que intervém, enfeitiçando as criaturas e fazendo-as dançar a elaborada e enérgica "Dança Infernal".
O Pássaro de Fogo acaba por quebrar com a malvada magia e as criaturas e o palácio desaparecem, e todos os seres humanos "verdadeiros", incluindo as princesas, despertam e, com uma última aparição fugaz do Pássaro de Fogo, comemoram a vitória.

Um Belo dia de praia!

Portugal tem belíssimas praias e ninguém tem duvidas sobre isso. 
Certamente que não conseguiria eleger qual a melhor ou até mesmo a pior, dado que todas têm coisas a favor e contra, mas nada de relevante, e de uma maneira geral, todas são boas e em todas nos sentimos bem!
Contudo, existe uma praia que apenas peca pela longa distancia da minha morada J
Sempre que penso num belo dia de praia, logo me lembro dela, e no Sábado passado, desfrutei de UM BELO DIA DE PRAIA efectivamente, como há muiiiito tempo que não acontecia!
Imaginem um dia de praia com um calor que não queima mas aquece, com uma brisa fresca a suavizar a pele para se conseguir desfrutar do sol, com a água do mar a uma temperatura semelhante a do nosso duche, temperatura essa que, depois de se acordar de um ligeiro sono ao sol, se consegue perfeitamente sem qualquer custo, entrar na água e nadar, e mergulhar, num mar calmo e em que também de vez em quando, aparecem umas ondas para "apimentar" o banho e para logo a seguir se voltar a nadar calmamente... 
Que Belo Dia!




Já descobriram? 
Sim? 
Não?



Praia da Comporta, claro!

Comporta é uma freguesia do Concelho de Alcácer do Sal, no Alentejo.
Comporta é famosa pelas suas praias de enorme qualidade e pelo clima ameno durante o verão.
A praia da Comporta tem uma areia tão branca e um mar tão azul... 
Tem um aspecto paradisíaco! repleto de espaços verdes, este é o lugar ideal para aquelas férias relaxantes em contacto com a natureza.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Tudo pela saúde

O médico da medicina do trabalho,  fez-me um desafio e eu aceitei. Parece que os exames de diagnóstico complementares, não estavam assim com valores muito aceitáveis.
Agora já vou no quarto dia de meia hora de caminhada diária.
Não tem sido fácil. No primeiro dia ao fim dos primeiros 15 minutos,  apareceu uma dor bem no meio do peito que irradiava até aos bicos das mamas,  acompanhada de dor também nos braços e de arrotos. Nada, nada fácil.  Depois, lembrei-me que o médico tinha dito que devia ser caminhada em passo rápido mas em caminho plano e eu estava a subir uma ladeira. Passei mal mas não desisti,  embora essa ideia me tivesse bem presente. 
Nos meus tempos de yoga, aprendi que durante o exercício físico,  quando aparece alguma dor, não devemos parar logo, devemos continuar mais um pouco que por vezes a dor passa. E foi agarrada a esse principio que continuei. Os últimos 15 minutos já foram mais suportáveis.
No segundo dia, as mesmas dores mas desta vez apareceram nos segundos 15 minutos da meia hora. Acreditem, é mesmo insuportável.
Terceiro dia, tudo também apareceu, mas não com tanta intensidade. Espero mesmo que tudo vá melhorando.
Ontem, também apareceram os incómodos só que mais suportáveis, embora custo mais do que o desejado.
Todo este esforço é também acompanhado de cuidados alimentares. Principalmente ao jantar, que deve ser uma ceia bem pobre. Não é preciso dieta,  bastam apenas alguns cuidados com a alimentação. 
A intenção não é apenas emagrecer, a principal intenção é conseguir que as próximas análises, tenham dados aceitáveis, pelo menos os valores das análises que estão relacionadas com diabetes e colesterol.
Vou conseguir. Vamos ver.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Carlão de novo

aqui escrevi sobre Carlão.
Agora na canção  "Os Tais", Carlão fala da Alegria e da estabilidade que a vida familiar lhe trouxe, após décadas a viver e a explorar o fio da navalha...


Um e um são três podiam ser quatro ou cinco
Se não fosse a crise não era preciso um trinco
Fazia-se uma equipa eu era o ponta de lança
Marcava golos em pipa a minha ponta até faz trança

Quem diria que iamos chegar aqui
E ter uma vida séria como eu nunca previ
E é tão bom acordar de manhã olhar para ti
Antes de ir bulir naquilo que eu sempre curti

Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes

Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes

E a nossa filha já vai ter um mano ou mana
Ainda ontem mal abria a pestana
Quero uma ilha catita com uma cabana
Porque amor já tenho a montes o algodão não engana

Foi contigo que eu matei tantos demónios
Foi contigo que salvei tantos neurónios
Vejo-nos felizes citadinos ou campónios
Não fiques muito triste por não gostar de matrimónios

Tens o anel não precisas do papel
Fazemos nós a festa até te canto o Bo Te Mel
Desta vez eu tiro a carta nem que leve um ano ou dois
Por enquanto continuas conduzes pelos dois

Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes

Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes

Às vezes não é facil (2x)
Mas bebé, nós damos a volta damos sempre a volta a tudo (4x)
Nós damos a volta

Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes

Ai há bebé
Somos os tais
Ai há bebé
Que viraram pais
Ai há bebé
Firmes e constantes
Ai há bebé
Produzimos diamantes

Ai há bebé (7x)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

"O Pica do Sete"

Bom, agora de novo, António Zambujo com uma canção de autoria do Miguel Araújo, ahahahhahah

ANTÓNIO ZAMBUJO - O PICA DO SETE 
De manhã cedinho
Eu salto do ninho e vou p’ra  paragem
De bandolete, à espera do sete
mas não pela viagem

Eu bem que não queria
mas um certo dia  vi-o passar
E o meu peito céptico
por um pica de eléctrico voltou a sonhar

A cada repique
que soa do clique daquele alicate
Num modo frenético
o peito  céptico toca a rebate

Se o trem descarrila o povo refila e eu fico num sino
pois um mero trajecto no meu caso concreto é já o destino

Ninguém acredita no estado em que fica o meu coração
Quando o sete me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira desta vida vão
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá

Que triste fadário e que itinerário tão infeliz
Cruzar meu horário com  o de um funcionário de um trem da carris

Se eu lhe perguntasse
se tem livre passe
pró peito de alguém
Vá-se lá saber talvez eu lhe oblitere o peito também

Ninguém acredita no estado em que fica o meu coração
Quando o sete me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira desta vida vão
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá

Ninguém acredita no estado em que fica o meu coração
Quando o sete me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira desta vida vão
Mas nada me dá a pica que o pica do sete me dá

Mas nada me dá a pica que o pica do sete me dá