quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Netices

Tal como fiz para a minha neta, já acabei a primeira manta para o meu netinho que aí vem a caminho. Espero que o agasalhe com todo o Amor que ele merece. Já falta pouco para o podermos conhecer. Será o presente do Novo Ano.





sexta-feira, 9 de outubro de 2015

E Tu Gostavas de Mim - Ana Moura - Miguel Araujo

E Tu Gostavas de Mim

Compositor: Miguel Araújo


Aviões no céu a mil
Banda larga em Arganil

Argonautas, foguetões
Fogos, factos e neutrões
Nitro, super, combustão
Consta em Santa Comba Dão
Dão-se destas situações
Milagres e aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim

Pode um rebento em Belém
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão
Boavista campeão
Automóveis sem motor
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão
E acontece tudo em vão
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim

Lei e ordem no Brasil
Ciber-espaço em Contumil
Cães em naves espaciais
Micro-chips em cães normais
Micro-sondas em Plutão
Dentro da televisão
Situações paranormais
Para nós mais que banais
Não era pedir demais
E tu gostavas de mim

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Amor

Em 2013 fui ao cinema ver o filme "AMOR", aconselho a todos a verem o filme!
O Amor entre idosos é comovente! É Lindo!
Ultimamente tenho presenciado o que nunca pensei que iria presenciar...
Ontem, assisti a uma cena de amor verdadeiro entre idosos.
Alguém que tendo o marido idoso muito mal, chorava e gritava que tinha saudades do marido, da alegria dele... que a casa estava vazia...
Senti tanta pena, tanto desconforto... senti-me tão impotente... que chorei com ela...
Uma das coisas mais bonitas que existem na vida, é viver junto de quem se Ama!
Contudo, são poucos os casais que acabam por passar toda a vida juntos e que conseguem superar juntos, todas as adversidades que vão surgindo ao longo da vida em comum.
O Amor existir depois da "idade madura", isto é, depois dos 60/65 anos em diante, é um enorme desafio.
No entanto, relembrando a frase do poeta Fernando Pessoa, "Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"   

terça-feira, 29 de setembro de 2015

É duro e talvez injusto...

Depois "do encontro" tudo se tem precipitado. É como se estivesse à espera desse "encontro" para dar inicio ao principio do fim...
É simplesmente assustador.
Têm sido internamentos, noites mal dormidas, ensinar a caminhar, apenas uns simples passinhos... coisa complicada... 
Dar de comer, de beber, consertar a roupa da cama, a almofada, mudar o pijama... e sempre tão lúcido comigo... 
Acompanhar ao hospital e ser ainda de noite... chorar e sentir uma confusão de sentimentos...
Deixá-lo no hospital a gritar por mim e pelo meu marido... no mínimo, é simplesmente assustador...
Farei tudo o que estiver ao meu alcance e até mesmo o que o não estiver... não quero problemas de consciência... se merece? acho que não... mas mereço eu, viver tranquila comigo própria.
Se é cansativo? MUITO MESMO!
O acompanhamento de pessoas gravemente doentes, durante os últimos momentos da sua vida, é difícil de suportar, para todos os envolvidos, mas, sobretudo, para os familiares directos.
Quer evitar-se a morte, quer fazer-se algo de bom à pessoa querida...
Contudo, o caminho para a morte é muito diferente de pessoa para pessoa...
Alguns doentes em fim de vida, fazem uma retrospectiva da sua vida. 
Assistir primeiro, ao reconhecer de todos e a falar de todo um passado menos correcto, para passar a já não falar de nada, mas apenas me conhecer e chamar por mim, agarrado as minhas mãos com uma força incrível... Dói!


terça-feira, 8 de setembro de 2015

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Também partilho dessa ideia

Ando a ler o livro "Amar e Cuidar" de Maria Elisa Domingues.

A jornalista Maria Elisa Domingues escreveu este livro, após ter tratado e acompanhado a sua mãe, numa luta contra um cancro da mama. 
Entre o choque da notícia, a cirurgia, a comunicação com os médicos e a decisão do tratamento, o que restou, ficou e sentiu, foram as dificuldades porque passou, enquanto cuidadora da mãe. 
As mesmas que têm e sentem, inúmeras pessoas.
Este livro é uma obra que servirá de consulta e esclarecimento.
Como já acima referi, ando ainda a lê-lo e, a determinada altura do livro, em páginas que transcrevem depoimentos de pessoas relacionadas com casos de cancro, existe um depoimento que vem de encontro a uma ideia que tenho: "... para Luísa há uma ligação clara entre ressentimento intelectual e o cancro... A componente psicológica conta..." 
Tal e qual o que eu penso.
Vivemos tempos "doentes", somos quase que obrigados a andar a um ritmo acelerado.
A vida e todos em geral e ninguém em particular, provocam-nos grandes exigências: sucesso profissional, pessoal e familiar; Temos de ser o melhor dos melhores em todas as áreas da nossa vida; Exigimos e queremos demais de nós próprios.
E quando algo, socialmente reprovável, perante a sociedade, nos acontece, começam as depressões, as tristezas...
A dor de alma, a qual nos pode levar a doenças muito graves. 
Sejam Felizes e tentem viver uma vida saudável e calma.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Para a nossa princesinha

Acabei uma nova saia para a nossa princesinha. Ficou bem engraçada. E feita em crochet.