Ando há meio ano para comprar uns certos livros da Agustina Bessa Luís, mas a verdade, verdadinha, é que eles são um pouco caros e, tem havido sempre algo mais importante que os tem ultrapassado descaradamente e, o resultado é que eles vão ficando para trás, na lista de prioridades.
Ora acontece que na passada 2ª. Feira, mais propriamente no dia 07/02/2011, enchi-me de "brio" e lá fui comprar pelo menos um dos seus livros que tenho na tal lista.
Comprei o livro "Memorias Laurentinas".
Deixo aqui a sinopse e estou ansiosa por dar inicio a sua leitura, depois partilharei a minha opinião.
SinopseAs Memórias Laurentinas, ou as memórias dos Lourenços, cobrem toda uma época de narrativa pessoal em que se registam os costumes e o sentimento da tradição duma região cara à autora.
Baseadas num diário de família, em que os episódios seguem a corrente da história, mantendo a distância suficiente para não serem arrastados por ela.
Memórias Laurentinas são um seguro de vida contra o esquecimento. As coisas mudam, os lugares também. Mas ficam os apontamentos necessários para estimular a imaginação dos leitores.
O Douro, o Porto, os sítios de Castela, os tempos de África, são personagens atrás de personagens humanas.
É toda uma rede de realidades meio sonhadas que nos barram o passo demasiado comprometido às realidades vividas.
A leitura é mais jovial do que triste, e até a tristeza se reveste duma faixa de saudade que a faz suspensa dos abismos do tempo.
Leitura para adultos, tendo junto ao coração as gerações futuras...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Conflito de Gerações
De vez em quando, não é fácil o entendimento mútuo, chegando a dar origem, á incompreensão, verificando-se aquilo que se tem chamado conflito de gerações.
O problema é antigo e deve-se em parte, á rápida evolução que caracteriza a sociedade, principalmente a dos nossos dias.
É perfeitamente compreensível e natural que os jovens e os adultos vejam as coisas de modo diferente. Sempre assim foi.
Compete aos pais, facilitar o entendimento com flexibilidade e bom senso, evitando esses possíveis conflitos, mas nem sempre é assim tão fácil. A vida muda e há muitas coisas novas que talvez não nos agradem.
Em variadas ocasiões, os conflitos aparecem porque se dá importância a ninharias que logo, logo, se superam.
Mas nem tudo depende dos pais, os filhos também têm que fazer alguma coisa de sua parte.
Aprendam também os filhos a não dramatizar, a não representar o papel de incompreendidos.
A família unida é o pretendido.
Há atritos, diferenças... mas isso são coisas banais que até contribuem para dar sabor aos nossos dias. São insignificâncias que o tempo supera sempre.
Depois, bem depois, só fica o real, o amor, um amor verdadeiro que leva a que se preocupem uns com os outros, a adivinhar um pequeno problema e a sua solução mais delicada.
Isto é a base e a essência da família.
O problema é antigo e deve-se em parte, á rápida evolução que caracteriza a sociedade, principalmente a dos nossos dias.
É perfeitamente compreensível e natural que os jovens e os adultos vejam as coisas de modo diferente. Sempre assim foi.
Compete aos pais, facilitar o entendimento com flexibilidade e bom senso, evitando esses possíveis conflitos, mas nem sempre é assim tão fácil. A vida muda e há muitas coisas novas que talvez não nos agradem.
Em variadas ocasiões, os conflitos aparecem porque se dá importância a ninharias que logo, logo, se superam.
Mas nem tudo depende dos pais, os filhos também têm que fazer alguma coisa de sua parte.
Aprendam também os filhos a não dramatizar, a não representar o papel de incompreendidos.
A família unida é o pretendido.
Há atritos, diferenças... mas isso são coisas banais que até contribuem para dar sabor aos nossos dias. São insignificâncias que o tempo supera sempre.
Depois, bem depois, só fica o real, o amor, um amor verdadeiro que leva a que se preocupem uns com os outros, a adivinhar um pequeno problema e a sua solução mais delicada.
Isto é a base e a essência da família.
Sejam Felizes!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Manuela Saraiva de Azevedo
Ontem, dia seguinte ao dia de eleições, dia de descanso para quem esteve a presidir a mesa de eleições, como eu, e para quem levou a sério esse desafio, foi dia merecido, pois confesso que cheguei a casa completamente derreada não só pelo dia de eleições como pelo frio que se fazia sentir, 8º. Irra que está frio a valer!
Manuela Saraiva de Azevedo, nasceu em Lisboa a 31 de Agosto de 1911, é uma jornalista e escritora portuguesa.
Muito cedo foi, como toda a restante família, para Mangualde, devido a profissão de seu pai...
Foi com a leitura do jornal «O Século», do qual o seu pai era correspondente em Mangualde, que surgiu o seu interesse pelo jornalismo.
Saiu de Mangualde bem cedo e, em 1934 com 22 anos de idade - altura em que nem havia Sindicato dos Jornalistas - já trabalhava no jornal "República".
Tornou-se assim na primeira mulher jornalista em Portugal!
No ano de 1935 publica o livro de poemas, intitulado «Claridade», com prefácio de Aquilino Ribeiro.
Depois passou para o "Diário de Lisboa" e, mais tarde, para o "Diário de Notícias".
Manuela de Azevedo entrevistou personalidades como Calouste Gulbenkian, Ernest Hemingway, Evita Perón, Rudolf Nureyev e o ex-Rei Humberto de Itália, que se exilara em Portugal.
Para este feito, uma vez que o ex-Rei estava proibido de conceder entrevistas, entrou na Quinta da Piedade, em Sintra, onde o Rei vivia, como "criada"...
Além do trabalho como jornalista, escreveu e publicou dezenas de livros de poesia, contos, novelas, romance, crónicas, ensaios, biografias e peças de teatro.
Ao longo das últimas décadas fundou e dirigiu a Casa-Memória de Camões, em Constância, a Vila Poema do distrito de Santarém.
Quase com 100 anos, tem uma "força" forte numa aparência frágil, como referem suas primas que a ajudam diariamente na organização dos afazeres não só domésticos como intelectuais, uma vez que vive sozinha em Lisboa e que continua a escrever e a publicar, tendo em "mãos" um livro sobre o seu gato com quem "fala"- "Memórias do gato Silvestre" a publicar brevemente...
Em 2010 publicou "Os pobres de Cristo" e em 2009, publicou a sua auto biografia, intitulada "Memórias de uma mulher de letras", uma co-edição do Museu Nacional da Imprensa e das Edições Afrontamento. Foi lançado em 2009, na Fundação Mário Soares, em Lisboa.
Um livro com cerca de 200 páginas, está dividido em quatro capítulos:
"Nascimento e Infância", "No país da Juventude", "A la minute", "Ossos do Ofício" e "Para um Mundo Melhor".
São memórias que se desfiam sem parar. Falam de lugares, episódios históricos, andanças, figuras públicas, peripécias, ideias e sentimentos. Também fala de sonhos e paixões!
... Nasceu a 31 de Agosto de 1911, como recorda nas páginas iniciais da obra: "Naquela madrugada (...) pelas duas horas e vinte minutos, a D. Rosa parteira pendurava pelos pés uma menina que berrava o seu protesto por ter nascido, lançando para o ar um grito lancinante (...) Essa menina era eu"...
... E, como confessa no capítulo "Nascimento e infância" viveu uma infância feliz: "Viva, movimentada, influenciada pela criatividade de meu pai, na infância eu iria cimentar a força de viver e o optimismo que irão acompanhar-me a vida inteira"...
... No capítulo seguinte, "No país da juventude " - conhecemos a jovem mulher que escrevia abundantemente poemas e artigos para jornais da região de Mangualde, onde então vivia...Ao mesmo tempo, era professora e começava a 'alinhavar' os poemas que surgiriam no meu primeiro livro "Claridade", editado em 1935, com prefácio de Aquilino Ribeiro...Vim mais tarde para Lisboa, convidada para ser uma das jornalistas do "República", passando depois para a redacção do "Diário de Lisboa"...
... "Tenho saudades desse tempo da juventude, não pelo que fui ou vivi, mas pelo amor daqueles que perdi", refere Manuela de Azevedo...
... Seguiu para o "Diário de Notícias", onde trabalhou até aos 80 anos, especializando-se em reportagens e na crítica teatral...
... Depois do 25 de Abril de 1974, foi afastada do DN, tendo regressado, com o grupo dos 24 expulsos, após o 25 de Novembro de 1975...
Nos capítulos seguintes de Memória de uma Mulher de Letras - À la minute, Ossos do Ofício e Para um mundo melhor – Manuela de Azevedo conta-nos vários episódios da sua actividade jornalística ao longo de sete décadas. Recorda a censura, quando os seus textos passavam pelo lápis azul, como a peça de teatro "A Dona de Casa" que escreveu em conjunto com José Ribeiro dos Santos e que, no ensaio geral, foi censurada.
Humberto Delgado, Henrique Galvão, o ex-rei Humberto de Itália e Hemingway, entre muitas outras figuras do século XX, são algumas das personalidades que conheceu e cujas impressões relata nesta obra.
Durante a tarde, estive um pedaço de tempo a assistir a um programa na TV, em que a pessoa que estava a ser entrevistada em directo, era alguém de 99 anos de quem eu nunca tinha ouvido falar e que me prendeu a atenção desde que começou a falar e que quando terminou ... eu queria mais... Era uma pessoa com uma riqueza de vida e uma lucidez muito grandes...
Muito cedo foi, como toda a restante família, para Mangualde, devido a profissão de seu pai...
Foi com a leitura do jornal «O Século», do qual o seu pai era correspondente em Mangualde, que surgiu o seu interesse pelo jornalismo.
Saiu de Mangualde bem cedo e, em 1934 com 22 anos de idade - altura em que nem havia Sindicato dos Jornalistas - já trabalhava no jornal "República".
Tornou-se assim na primeira mulher jornalista em Portugal!
No ano de 1935 publica o livro de poemas, intitulado «Claridade», com prefácio de Aquilino Ribeiro.
Depois passou para o "Diário de Lisboa" e, mais tarde, para o "Diário de Notícias".
Manuela de Azevedo entrevistou personalidades como Calouste Gulbenkian, Ernest Hemingway, Evita Perón, Rudolf Nureyev e o ex-Rei Humberto de Itália, que se exilara em Portugal.
Para este feito, uma vez que o ex-Rei estava proibido de conceder entrevistas, entrou na Quinta da Piedade, em Sintra, onde o Rei vivia, como "criada"...
Além do trabalho como jornalista, escreveu e publicou dezenas de livros de poesia, contos, novelas, romance, crónicas, ensaios, biografias e peças de teatro.
Ao longo das últimas décadas fundou e dirigiu a Casa-Memória de Camões, em Constância, a Vila Poema do distrito de Santarém.
Quase com 100 anos, tem uma "força" forte numa aparência frágil, como referem suas primas que a ajudam diariamente na organização dos afazeres não só domésticos como intelectuais, uma vez que vive sozinha em Lisboa e que continua a escrever e a publicar, tendo em "mãos" um livro sobre o seu gato com quem "fala"- "Memórias do gato Silvestre" a publicar brevemente...
Em 2010 publicou "Os pobres de Cristo" e em 2009, publicou a sua auto biografia, intitulada "Memórias de uma mulher de letras", uma co-edição do Museu Nacional da Imprensa e das Edições Afrontamento. Foi lançado em 2009, na Fundação Mário Soares, em Lisboa.
Um livro com cerca de 200 páginas, está dividido em quatro capítulos:
"Nascimento e Infância", "No país da Juventude", "A la minute", "Ossos do Ofício" e "Para um Mundo Melhor".
São memórias que se desfiam sem parar. Falam de lugares, episódios históricos, andanças, figuras públicas, peripécias, ideias e sentimentos. Também fala de sonhos e paixões!
... Nasceu a 31 de Agosto de 1911, como recorda nas páginas iniciais da obra: "Naquela madrugada (...) pelas duas horas e vinte minutos, a D. Rosa parteira pendurava pelos pés uma menina que berrava o seu protesto por ter nascido, lançando para o ar um grito lancinante (...) Essa menina era eu"...
... E, como confessa no capítulo "Nascimento e infância" viveu uma infância feliz: "Viva, movimentada, influenciada pela criatividade de meu pai, na infância eu iria cimentar a força de viver e o optimismo que irão acompanhar-me a vida inteira"...
... No capítulo seguinte, "No país da juventude " - conhecemos a jovem mulher que escrevia abundantemente poemas e artigos para jornais da região de Mangualde, onde então vivia...Ao mesmo tempo, era professora e começava a 'alinhavar' os poemas que surgiriam no meu primeiro livro "Claridade", editado em 1935, com prefácio de Aquilino Ribeiro...Vim mais tarde para Lisboa, convidada para ser uma das jornalistas do "República", passando depois para a redacção do "Diário de Lisboa"...
... "Tenho saudades desse tempo da juventude, não pelo que fui ou vivi, mas pelo amor daqueles que perdi", refere Manuela de Azevedo...
... Seguiu para o "Diário de Notícias", onde trabalhou até aos 80 anos, especializando-se em reportagens e na crítica teatral...
... Depois do 25 de Abril de 1974, foi afastada do DN, tendo regressado, com o grupo dos 24 expulsos, após o 25 de Novembro de 1975...
Nos capítulos seguintes de Memória de uma Mulher de Letras - À la minute, Ossos do Ofício e Para um mundo melhor – Manuela de Azevedo conta-nos vários episódios da sua actividade jornalística ao longo de sete décadas. Recorda a censura, quando os seus textos passavam pelo lápis azul, como a peça de teatro "A Dona de Casa" que escreveu em conjunto com José Ribeiro dos Santos e que, no ensaio geral, foi censurada.
Humberto Delgado, Henrique Galvão, o ex-rei Humberto de Itália e Hemingway, entre muitas outras figuras do século XX, são algumas das personalidades que conheceu e cujas impressões relata nesta obra.
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Manuela Saraiva de Azevedo
Eleições Presidenciais - 23/01/2011
Pois lá foram as eleições presidenciais.
E, lá fui novamente presidente de mesa da secção de voto nº. 7 da Bobadela.
E, confesso que gostei! Desta vez as outras pessoas eram, todas elas, muito simpáticas.
Ganhou na minha mesa e na Bobadela o Cavaco Silva.
E ganhou também ele as Presidenciais, conseguiu ser reeleito!
Os candidatos e respectivos resultados foram:
Cavaco Silva (candidato apoiado pelo PSD e CDS) - 52,94%;
Manuel Alegre ( candidato apoiado pelo PS e Bloco Esq.) - 19,75%
Fernando Nobre - (candidato Independente (como ele indicava: Candidato da Cidadania) - 14,1%;
Francisco Lopes - (candidato apiado pelo PCP) - 7,14%;
José Coelho - (Madeira - para fazer "mossa" ao João Jardim e como eu iria votar nele pelas mesmas razões se acaso vivesse na Madeira) - 4,5%;
Defensor Moura - (candidato independente mas filiado no PS (alternativa para quem não gostava do outro candidato) - 1,57%;
O Presidente Cavaco Silva venceu, é certo, mas ficou aquém do que desejava, certamente.
Resultado de notícias nada abonatórias para a sua honra e honestidade e não só - um Presidente que na grande maioria das vezes não responde a coisa alguma...
Por sua vez, o valor da abstenção foi o maior de sempre (53,7%) e que dizer do valor dos votos em branco (4,26%) ou dos nulos (1,93%)?
Quanto ao resultado do candidato José Coelho é surpreendente. É um forte aviso para João Jardim, na Madeira...
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Eleições
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Excessos.... Vá-se lá saber...
No passado dia 08-01-2011, Sábado de manhã, diz-me o meu marido quando estava eu, ainda na cama, a acordar: Sabes, mataram o pxxxxxxxx do Carlos Castro, em Nova Iorque... foi um puto, português, modelo, de 20 anos...
E, a partir daqui até este momento, tem estado este assunto na "Ordem do dia", não há jornal, noticiário e assunto que não seja este! E, ainda estará para durar, a não ser que aconteça muito em breve (faço Votos que não) outro assunto de tão extrema "importância" que empurre este para segundo plano, pesando apenas e tão só a ordem cronológica dos factos.
Para ser sincera, no inicio e durante alguns dias, senti-me bastante incomodada com este assunto, mexeu com diversos sentimentos: raiva, indignação, lamento, repulsa, pena, nojo...
Não queria de forma alguma estar no papel de nenhum dos elementos envolvidos, quer sejam eles, os próprios, os familiares, os amigos, os vizinhos, os investigadores...
Não faço juízos de valores, quer sejam eles comportamentais ou afectuosos, deixo isso ao critério dos advogados e dos policias... ou dos estudiosos da matéria...
È muito penoso para mim, pois sou mãe e acabei por ter os meus dois filhos, fora do país, um de cada vez, sendo que primeiro foi o meu filho mais novo, apenas com 16 anos sozinho para Inglaterra e depois a filha mais velha com 20 anos e também sozinha para Itália e depois para a Indonésia e, ainda por lá se encontrava quando houve o TSUNAMI em 2004, imaginem o que foi a nossa aflição, aqui do outro lado do mundo, sem noticias da nossa menina...
Fiquei a pensar que não é fácil consentir o que eu e o meu marido consentimos, quando deixamos os nossos "passarinhos" voarem do ninho para tão longe...
Acompanhei com toda a emoção a mãe do "Renato Seabra" pois fiquei aterrorizada quando pensei que algo poderia ter corrido mal na estadia dos meus filhos...
Afinal, nunca sabemos com quem nos cruzamos ao virar da esquina...
Certo que os meus filhos não têm tendências homossexuais, mas poderiam ter-se cruzado com qualquer "predador" que os "obrigasse" a fazer algo que eles não pretendiam, tanto no campo sexual como noutro qualquer...
Enfim, talvez se não vivêssemos numa época em que se pretende ser "famoso" sem se ter noção que a "fama" é tão efémera...não passa disso, um instante, apenas e só um instante... não vale os excessos para a atingir, será? ... vá-se lá saber...
Renato Seabra não premeditou homicídio e estava sob perturbação extremaJaneiro 2011
Renato Seabra, o modelo de 21 anos presumível homicida de Carlos Castro, não premeditou o assassínio do jornalista. Pelo menos assim o entende a polícia norte-americana e o jovem está agora acusado de homicídio em segundo grau, avança o jornal Público.
Segundo a lei americana, o homicídio em segundo grau dá-se quando não existe premeditação e o autor age sob a influência de uma perturbação emocional extrema, explica o jornal.
Segundo os tablóides norte-americanos de ontem que revelaram os detalhes mais sórdidos do crime, antes de espancar e castrar o jornalista num hotel da Times Square, o modelo terá dito que era heterossexual e que só estaria com Carlos Castro por dinheiro. A esta revelação ter-se-á seguido uma discussão que terminou de forma trágica.
O gabinete de medicina legal de Nova Iorque anunciou hoje que a morte do colunista social português Carlos Castro foi causada por agressões violentas na cabeça e estrangulamento.
Ellen Borakove, porta-voz da instituição, disse que o relatório do médico legista aponta «lesões causadas por impacto violento» e «compressão no pescoço» como causas da morte de Castro, na sexta-feira, num hotel de luxo em Nova Iorque.
Os relatórios forenses citados ontem no Tribunal Criminal de Manhattan confirmam a brutalidade do homicídio de Carlos Castro, cuja cara chegou a ser pisada. O cronista social morreu cinco horas antes de o seu corpo ter sido encontrado.
As confissões de Renato Seabra à polícia foram lidas ontem pelo juiz Anthony Ferrara, numa audiência realizada por videoconferência, que determinou que o modelo de 21 anos, acusado de matar o jornalista Carlos Castro, fica preso até 1 de Fevereiro, data da nova audiência.
Além de alguns pormenores já confirmados, como o facto de Renato Seabra ter confessado que esfaqueou e castrou Carlos Castro com um saca-rolhas, que continha uma lamina para cortar gargalos, o ministério público americano apresentou relatórios forenses que concluem que Carlos Castro foi pisado, já que tinha marcas da sola de sapato no rosto. Os especialistas que analisaram o cadáver dizem ainda que o jornalista tinha uma fractura num osso do pescoço e várias marcas de estrangulamento, "a cara da vítima estava coberta de sangue e feridas", diz o relatório citado pelo New York Post.
O relatório forense declara a hora da morte de Carlos Castro pelas 14:00h do dia 7 de Janeiro, o que permite concluir que Renato Seabra que foi visto a sair do Hotel InterContinental perto das 19:00h do mesmo dia, ficou no quarto com o corpo do cronista durante cinco horas. Duas amigas do jornalista de 65 anos estavam a entrar no hotel quando viram Renato Seabra e lhe perguntaram por Carlos Castro. O jovem respondeu "O Carlos nunca mais sai do hotel" e, pouco depois, o corpo foi descoberto. A procuradora-geral adjunta de Nova Iorque, Maxine Rosenthal, comentou que se trata de "um crime muito sério e violento".
E, a partir daqui até este momento, tem estado este assunto na "Ordem do dia", não há jornal, noticiário e assunto que não seja este! E, ainda estará para durar, a não ser que aconteça muito em breve (faço Votos que não) outro assunto de tão extrema "importância" que empurre este para segundo plano, pesando apenas e tão só a ordem cronológica dos factos.
Para ser sincera, no inicio e durante alguns dias, senti-me bastante incomodada com este assunto, mexeu com diversos sentimentos: raiva, indignação, lamento, repulsa, pena, nojo...
Não queria de forma alguma estar no papel de nenhum dos elementos envolvidos, quer sejam eles, os próprios, os familiares, os amigos, os vizinhos, os investigadores...
Não faço juízos de valores, quer sejam eles comportamentais ou afectuosos, deixo isso ao critério dos advogados e dos policias... ou dos estudiosos da matéria...
È muito penoso para mim, pois sou mãe e acabei por ter os meus dois filhos, fora do país, um de cada vez, sendo que primeiro foi o meu filho mais novo, apenas com 16 anos sozinho para Inglaterra e depois a filha mais velha com 20 anos e também sozinha para Itália e depois para a Indonésia e, ainda por lá se encontrava quando houve o TSUNAMI em 2004, imaginem o que foi a nossa aflição, aqui do outro lado do mundo, sem noticias da nossa menina...
Fiquei a pensar que não é fácil consentir o que eu e o meu marido consentimos, quando deixamos os nossos "passarinhos" voarem do ninho para tão longe...
Acompanhei com toda a emoção a mãe do "Renato Seabra" pois fiquei aterrorizada quando pensei que algo poderia ter corrido mal na estadia dos meus filhos...
Afinal, nunca sabemos com quem nos cruzamos ao virar da esquina...
Certo que os meus filhos não têm tendências homossexuais, mas poderiam ter-se cruzado com qualquer "predador" que os "obrigasse" a fazer algo que eles não pretendiam, tanto no campo sexual como noutro qualquer...
Enfim, talvez se não vivêssemos numa época em que se pretende ser "famoso" sem se ter noção que a "fama" é tão efémera...não passa disso, um instante, apenas e só um instante... não vale os excessos para a atingir, será? ... vá-se lá saber...
Renato Seabra não premeditou homicídio e estava sob perturbação extremaJaneiro 2011
Renato Seabra, o modelo de 21 anos presumível homicida de Carlos Castro, não premeditou o assassínio do jornalista. Pelo menos assim o entende a polícia norte-americana e o jovem está agora acusado de homicídio em segundo grau, avança o jornal Público.Segundo a lei americana, o homicídio em segundo grau dá-se quando não existe premeditação e o autor age sob a influência de uma perturbação emocional extrema, explica o jornal.
Segundo os tablóides norte-americanos de ontem que revelaram os detalhes mais sórdidos do crime, antes de espancar e castrar o jornalista num hotel da Times Square, o modelo terá dito que era heterossexual e que só estaria com Carlos Castro por dinheiro. A esta revelação ter-se-á seguido uma discussão que terminou de forma trágica.
O gabinete de medicina legal de Nova Iorque anunciou hoje que a morte do colunista social português Carlos Castro foi causada por agressões violentas na cabeça e estrangulamento.
Ellen Borakove, porta-voz da instituição, disse que o relatório do médico legista aponta «lesões causadas por impacto violento» e «compressão no pescoço» como causas da morte de Castro, na sexta-feira, num hotel de luxo em Nova Iorque.
Os relatórios forenses citados ontem no Tribunal Criminal de Manhattan confirmam a brutalidade do homicídio de Carlos Castro, cuja cara chegou a ser pisada. O cronista social morreu cinco horas antes de o seu corpo ter sido encontrado.
As confissões de Renato Seabra à polícia foram lidas ontem pelo juiz Anthony Ferrara, numa audiência realizada por videoconferência, que determinou que o modelo de 21 anos, acusado de matar o jornalista Carlos Castro, fica preso até 1 de Fevereiro, data da nova audiência.
Além de alguns pormenores já confirmados, como o facto de Renato Seabra ter confessado que esfaqueou e castrou Carlos Castro com um saca-rolhas, que continha uma lamina para cortar gargalos, o ministério público americano apresentou relatórios forenses que concluem que Carlos Castro foi pisado, já que tinha marcas da sola de sapato no rosto. Os especialistas que analisaram o cadáver dizem ainda que o jornalista tinha uma fractura num osso do pescoço e várias marcas de estrangulamento, "a cara da vítima estava coberta de sangue e feridas", diz o relatório citado pelo New York Post.
O relatório forense declara a hora da morte de Carlos Castro pelas 14:00h do dia 7 de Janeiro, o que permite concluir que Renato Seabra que foi visto a sair do Hotel InterContinental perto das 19:00h do mesmo dia, ficou no quarto com o corpo do cronista durante cinco horas. Duas amigas do jornalista de 65 anos estavam a entrar no hotel quando viram Renato Seabra e lhe perguntaram por Carlos Castro. O jovem respondeu "O Carlos nunca mais sai do hotel" e, pouco depois, o corpo foi descoberto. A procuradora-geral adjunta de Nova Iorque, Maxine Rosenthal, comentou que se trata de "um crime muito sério e violento".
Renato Seabra está detido na ala prisional do Hospital Bellevue, em Nova Iorque. A audiência de ontem com o Tribunal Criminal durou apenas 54 segundos. Renato Seabra ficou a conhecer as acusações contra si e só será ouvido no Supremo Tribunal no dia 1 de Fevereiro 1011. Se ficar provado que a confissão do crime à polícia foi feita em consciência, o jovem de Cantanhede será julgado; se se confessar culpado em Tribunal, o mais provável é que o ministério público chegue a acordo com a defesa sobre qual a pena a cumprir.
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Tudo isto e muito mais (Filha)
SensibilidadeCapacidade de sentir.
Impressionabilidade, suscetibilidade.
Tendência, disposição a ser dominada pelas impressões, sentimentos, emoções;
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sábado, 8 de janeiro de 2011
2011
Olá, novamente e finalmente estou por aqui outra vez.... queria contar tantas coisas e... agora que estou aqui perante o teclado... varreu-se tudo e não sei por onde começar... sim eu sei, é sempre pelo principio... ora vejamos...

Natal - claro foi bem disposto e ... já lá vai!
Final do Ano 2010 - foi bem engraçado, completamente diferente, jamais tinha passado um assim... englobou compra de fatiota á ultima da hora; penteado ao alto no cabeleireiro; jantar no Rodizio de Portimão; fogo de artificio; espectáculo do Toni Carreira; almoço de Ano Novo as 4H00 da tarde; conhecer pessoas novas... sim tenho de agradecer... eu e o meu marido éramos os mais velhos... todos os outros andam na casa dos 30 anos... Obrigada!
Agora cá em casa já não tenho vestígios de Natal... já está tudo limpo e arrumado... até ao próximo mês de Dezembro, está quase, á velocidade que tudo passa, já não falta muito!
Bom Ano a todos!
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