sábado, 10 de dezembro de 2011

Ao meu sogro

Meu sogro era um homem bom.
Tinha defeitos... mas quem os não tem?
Se ele fosse vivo teria certamente muito orgulho nestes seus netos...
Morreu vitima desta doença.
Isto é para ele.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Ministro Vitor Gaspar (do Estado e das Finanças)

Vítor Louçã Rabaça Gaspar, nascido a 09 de Novembro de 1960 (tal como eu, um escorpião, só que ligeiramente mais novo) é economista e, desde 21 de Junho de 2011, ministro de Estado e das Finanças, do actual Governo de Pedro Passos Coelho.
Tal como um dos seus apelidos indica, é primo do secretário-geral do Bloco de Esquerda, Francisco Anacleto Louçã, (também ele um escorpião, só que ao invés, é ligeiramente mais idoso do que eu... eles andem aí), e estão um para o outro como a água está para o vinho e como o dia está para a noite... ou será que não??

O ministro Vítor Gaspar tem um currículo invejável, mas segundo variadíssimas opiniões, faz parte do anedotário nacional... como diria Fernando Pessa: e esta hei?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Natal 2011

Este Natal, contrariando o costume, instalou-se cá em casa, mais cedo.



Eu e (pasmem-se :)) o meu marido, no Sábado, dia 26 de Novembro, enfeitamos a casa, fizemos a árvore de Natal e o presépio.

Este ano, até o papel higiénico tem enfeites natalícios, ah ah ah ah...
Tudo se tem de fazer para combater o stress da crise...

A todos desejo um Natal com muito AMOR, SAÚDE e PAZ

Neste Natal vamos multiplicar o AMOR!






BOM NATAL A TODOS!

Invicta

Foi muito, mas muito bom, o fim de semana cultural...
Ficam aqui algumas imagens que, são a melhor maneira de recordar...


Gaivota "domesticada" (assim parecia :)) em Gaia

Sabem o que se observa?
Querem ajuda?

E agora?
Claro, a mítica livraria LELLO.

Conhecem este encanto?
Este Paraíso?


Só poderia ser SERRALVES
Fiquem bem!
Um Abraço!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Fim de semana cultural




Este fim-de-semana será dedicado a cultura.

Será a visitar Serralves e adegas...

Tudo com muito cuidado, Paz, Amor e Alegria.

Será muito cheio de risos e gargalhadas...

É o que sempre acontece quando nos juntamos aos filhos.

Bom Fim de semana!

Um Abraço!

Capítulo I - Portugal no inicio do Século XX (continuação)

A vida no campo

Por esta época, a vida no campo era dura e o trabalho do camponês estava sujeito a uma rotina muito ligada às estações do ano e às alterações do estado do tempo. A maior parte das propriedades eram pequenas e eram os membros da mesma família que as trabalhavam para retirar da terra o seu sustento, digamos que era mesmo, uma agricultura de subsistência.

De entre a população rural, distinguiam-se, os proprietários; os rendeiros, que pagavam uma renda pela terra que cultivavam; os jornaleiros, que vendiam a sua força de trabalho diária à jorna, e eram o grupo mais numeroso; os pastores; os pescadores e salineiros, no litoral.

A posse de uma parcela de terra dava direito a um «lugar» na sociedade rural e permitia a participação na vida política local.

Os grandes proprietários eram burgueses endinheirados que, exercendo outras profissões e vivendo na cidade, arrendavam as suas terras e alguns até, viviam apenas das rendas das terras.

Os camponeses viviam com grandes dificuldades, e o pouco dinheiro que tinham, servia apenas para comprar azeite, sardinhas, sal e sabão.

Por isso, a roupa tinha de durar vários anos. O vestuário variava conforme o clima e os trabalhos que se faziam. No litoral, com um clima mais ameno, os homens vestiam calças curtas ou arregaçadas e camisas (no Verão) e camisolas de lã (no Inverno). No interior, com um clima mais rigoroso, todos usavam capas durante o Inverno. Os camponeses não usavam sapatos e andavam, quase sempre, descalços ou de tamancos.

A alimentação dos camponeses era a base de vegetais; broa de milho; azeitonas; algum bacalhau ou sardinha; vinho; sopa, feita de batatas e legumes frescos ou secos e, temperada com azeite; café; arroz e enchidos. Praticava-se um regime alimentar pobre em que a carne era um luxo e só era comida em dias de festa.

Os homens da aldeia divertiam-se nas tabernas. Ali, jogavam às cartas e punham a conversa em dia. Em casa, ao serão, as mulheres fiavam, teciam e faziam renda, enquanto os homens consertavam os instrumentos de trabalho.

Aos domingos, os homens entretinham-se em vários jogos, nos largos das aldeias. Jogavam à malha, subiam ao mastro e faziam o jogo das bilhas, entre outros.

As pessoas mais cultas, como o padre, o médico, o professor ou o juiz, como a maioria do povo não sabia ler, liam e escreviam as cartas para os seus familiares, que tinham partido para o Brasil e para África.

Os trabalhos agrícolas eram, quase sempre, acompanhados por cantos. Cantava-se ao desafio ou à desgarrada nas ceifas, nas desfolhadas, nas vindimas, bem como nas festas ou romarias que, eram os momentos mais intensos do sentimento religioso popular e estavam ligadas às colheitas e à cura de doenças. A procissão, a bênção do gado e o grande arraial eram e são obrigatórios nestas festas.

É neste ambiente rural que, em duas aldeias, do centro do país, bem pertinho uma da outra, mais propriamente na Beira Litoral, nascem duas crianças de sexos opostos: o Manecas e a Sãozita.

Feriado SEMPRE!

1º de Dezembro de 1640
A morte de D. Sebastião, em Alcácer Quibir, sem deixar descendencia e outros motivos de natureza vária que não cabem neste pequeno resumo, concorreram para a perda da Independência de Portugal.

Sem um sucessor directo, a coroa passou para Filipe II de Espanha.

Este, aquando da tomada de posse, nas cortes de Leiria, em 1580, prometeu zelar pelos interesses do País (onde é que eu já ouvi isto?), respeitando as leis, os usos e os costumes nacionais (tão actual).

Com o passar do tempo, essas promessas foram sendo desrespeitadas (vêem, vêem como é tão actual), os cidadãos nacionais foram perdendo privilégios e passaram a uma situação de subalternidade em relação a Espanha (hoje é com a Troika). Esta situação levou a que se organizasse um movimento conspirador para a recuperação da independência (eles andem aí), onde estão presentes elementos do clero e da nobreza.

A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos introduziram-se no Paço da Ribeira, onde residia a Duquesa de Mântua, representante da coroa espanhola, mataram o seu secretário, Miguel de Vasconcelos e, foram à janela proclamar D. João, Duque de Bragança, Rei de Portugal.

Terminaram assim, 60 anos de domínio espanhol sobre Portugal.

A revolução de Lisboa foi recebida com júbilo em todo o País.

Restava, agora, defender as fronteiras de Portugal de uma provável retaliação espanhola. Para o efeito, foram mandados alistar todos os homens dos 16 aos 60 anos e fundidas novas peças de artilharia.
Á época, (e agora também... tão actual!)Portugal perdera o monopólio comercial na Ásia, África e Brasil, resultando daí que todos – a Coroa, a nobreza, o clero e a burguesia – haviam sofrido no montante das receitas (eu sempre afirmo que não estão com atenção, a história sempre se repete! CUIDADO!). A situação económica estava longe de brilhante. Os produtores sofriam com a queda dos preços do trigo, do azeite e do carvão, só para dar alguns exemplos.
A crise afectava as classes baixas, cuja pobreza aumentou sem disfarces, como, aliás, em muitos outros países da Europa. (Tenho ou não tenho razão?) O aumento dos impostos tornava a situação ainda pior (Como diria o Fernando Pessa, e esta hem?)


Passados mais de 3 séculos, sobre esta data, vêm umas "cabeças iluminadas" e pretensiosas, informar que este dia, já não seria mais de comemorações, de gloria. Segundo "eles", não há nada para festejar, logo não há qualquer necessidade de ser feriado. Há que trabalhar, bolas, é necessário "levantar" o país. Com este dia de trabalho, os cofres e a divida do país, já vão ficar mais equilibrados. Qu'é isso de PATRIOTISMO?

É uma infâmia esta ideia bizarra de acabar com esta data gloriosa.

O que nós, Portugueses, Povo deste país, precisamos, é de recuperar o nosso patriotismo, o nosso orgulho de ser Português, os nossos valores históricos, morais e culturais, a nossa Dignidade e

Coragem!

VIVA PORTUGAL!


Um Abraço!