segunda-feira, 4 de março de 2013

Ainda a proposito das palavras do Sr. do BPI...SEM COMENTARIOS!!

TUDO VALEU PARA EMBRIAGAR AS MENTES:
PROMEÇAS DE NOVOS CÉUS...
DEPOIS, O APERTO DO GARROTE E, POR FIM,
O DESESPERO DE TANTAS FAMÍLIAS...

Entrevista ao presidente executivo do BPI, Fernando Ulrich:  
                                - Fernando Ulrich,..."O país aguenta mais austeridade?"...
Fernando Ulrich - ... "ai aguenta, aguenta!..."
A raiva de todos nós contra os cínicos deste país.
De ALICE BRITO - Advogada e dirigente do Bloco de Esquerda
"Sei que a raiva não é boa conselheira. Paciência. Aí vai...
Havia dantes, no coração das cidades e das vilas, umas colunas de pedra que tinham o nome de picotas ou pelourinhos. Aí, eram expostos os sentenciados que, a seguir, eram punidos com vergastadas proporcionais à gravidade do seu crime. Essa exposição, tinha também por fim o escárnio popular.

Era aí que eu te punha, meu glutão.
Atadinho com umas cordas para que não fugisses. Não te dava vergastadas. Vá lá, uns caldos de vez em quando. Mas, exibia-te para que fosses visto pelas pessoas que ficaram sem casa e a entregaram ao teu banco. Terias de suportar o seu olhar, sendo que o chicote dos olhos é bem mais possante que a vergasta.
Terias pois, de suportar o olhar daqueles a quem prometeste o paraíso a prestações e a quem depois serviste o inferno a pronto pagamento. Daqueles que hoje vivem na rua. Daqueles que, para não viverem na rua, vivem hoje aboletados em casa dos pais, dos avós, dos irmãos, assim a eito, atravancados nos móveis que deixaram vazias as casas que o teu banco, com a sofreguidão e a gulodice de todos os bancos, lhes papou sem um pingo de remorso
.
Dizes, com a maior lata, que vivemos acima das nossas possibilidades. Mas não falas dos juros que cobraste. Não dizes, nessas ladainhas que andas sempre a vomitar, que quando não se pagava uma prestação, os juros do incumprimento inchavam de gordos, e era nesse inchaço que começava a desenhar-se a via-sacra do incumprimento definitivo.
Olha, meu estupor, sabes o que acontece às casas que as pessoas te entregam? Sabes, pois… São vendidas por tuta e meia, o que quer dizer que na maior parte dos casos, o pessoal apesar de te ter dado a casa fica também com a dívida. Não vale a pena falar-te do sofrimento, da vergonha, do vexame que integra a penhora de uma casa, porque tu não tens alma, banqueiro que és.
Tal como não vale a pena referir-te que os teus lucros vêm de crimes sucessivos. Furtos. Roubos. Gamanços. Comissões de manutenção. Juros moratórios. Juros compensatórios, arredondamentos, spreads, e mais juros de todas as cores. Cartões de crédito, de débito, telefonemas de financeiras a oferecerem empréstimos clausulados em letrinhas microscópicas, cobranças directas feitas por lumpen, vale tudo, meu tratante. Mesmo assim, tiveste de ser resgatado para não ires ao fundo, tal foi a desbunda. E, é claro, quem pagou o resgate foram aqueles contra quem falas todo o santo dia.
Este país viveu décadas sucessivas a trabalhar para os bancos. Os portugueses levantavam-se de manhã e ainda de olhos fechados iam bulir, para pagar ao banco a prestação da casa.
Vidas inteiras nisto.  
A grande aliança entre a banca e a construção civil tornavam inevitável, aí sim, verdadeiramente inevitável, a compra de uma casa para morar.                                                                                        
Depois, os juros aumentavam ou diminuíam conforme era decidido por criaturas que a gente não conhece...     
A seguir veio a farra. Os bancos eram só facilidades. Concediam empréstimos a toda a gente. Um Carnaval completo, obsessivo, até davam prendas, pagavam viagens, ofereciam móveis.
Sabiam bem o que faziam!
Na possante dramaturgia desta crise, entram todos, a banca completa e enlouquecida, sendo que todos são um só. 
Depois veio a crise!
A banca guinchou e ganiu de desamparo.
Lançou-se mais uma vez nos braços do estado que a abraçou, mimou e a protegeu da queda.
Vens de uma família que se manteve gloriosamente ricalhaça, à custa de alianças com outras da mesma laia. Viveram sempre patrocinados pelo estado, fosse ele ditadura ou democracia. Na ditadura tinham a PIDE a amparar-vos. Uma PIDE deferente auxiliava-vos no caminho.
Depois veio a democracia. Passado o susto inicial, meu Deus, que aflição, o povo na rua, a banca nacionalizada, viraram democratas convictos. E com razão. O estado, aquela coisa que tu dizes que não deve intervir na economia, têm-vos dado a mão todos os dias. Todos os dias, façam vocês o que fizerem. Por isso, falas que nem um bronco, com voz grossa, na ingente necessidade de cortes nos salários e pensões.
Quanto é que tu ganhas, pá? Peroras infindavelmente sobre a desejável liberalização dos despedimentos.
Discursas, sem pejo, sobre a crise de que a cambada a que pertences é a principal responsável.
Como tu, há muitos que falam. Aliás, já ninguém os ouve. 
Mas tu, tinhas que sobressair! Depois do: “ai aguenta, aguenta”, vens agora, com aquela dos sem-abrigo. Se os sem-abrigo sobrevivem, o resto do povo sobreviverá igualmente.
Também houve sobreviventes em Auschwitz, meu nazi!
É isso que tu queres? Transformar este país num gigantesco campo de concentração?
Depois, pões a hipótese de também tu, poderes vir a ser um sem-abrigo. Dizes isto, no dia em que anuncias 249 milhões de lucros para o teu banco.
                                         
É o que se chama um verdadeiro achincalhamento.
Por tudo isto te punha no pelourinho!  

Só para seres visto pelos milhares que ficaram sem casa. Sem vergastadas. Só um caldo de vez em quando.
Podes dizer-me que é uma crueldade. Pois é! Por uma vez terás razão.                                                      
Nada porém que se compare à infinita crueldade da rapina, da usura que tu defendes e exercitas.
És hoje, um dos czares da finança. Vives na maior, cercado pelos sebosos Rasputines governamentais. Lembra-te do que aconteceu a uns e ao outro."

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

2ª semana

Aqui estou novamente, isto é de loucos, agora é que se sente como passa o tempo tão rápido...
Há já 2 semanas que nasceu a nossa bebe. E como está diferente...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Estou com saudades...

Estou com saudades de ti. 
Estou com saudades dos nossos momentos... saudades dos nossos momentos bons e dos maus também. 
Estou com saudades das nossas conversas.
Estou com saudades do teu sorriso, das tuas inseguranças, dos teus medos...
Estou com saudades da tua alegria, da tua força...
Estou com saudades dos nossos telefonemas antes de dormir.
Estou com saudades de ti...
Volta bem e depressa que aqui estou a tua espera para te dar afago e colo sempre que precisares...
Ah, e estará também a tua espera o peixinho grelhado que tanto gostas :)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Já 1 semana

Minha neta faz hoje uma semana que veio a este mundo que temo, seja indigno de receber tamanho anjo. Não só receber a minha neta, como qualquer outra criança, seja ela qual for.
Os sentimentos que se sentem, quando se observa um bebe, por exemplo, a dormir, são imensos.
E teme-se sempre por tudo o que possa agredir e destruir tamanha candura.


Todos os bebes que nascem,
eu queria que crescessem
sem sofrimento e sem dor
queria que vivessem 
rodeadas de muito carinho e AMOR!

Quando se olha um bebe
num sono calmo e profundo
deveria simbolizar
Paz e Harmonia no MUNDO!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

SALVÉ o dia 12 de Fevereiro de 2013

Não, não é por ser dia de Carnaval, NÃO!
Então, porque será?
SALVÉ o dia 12 de Fevereiro de 2013, porque ás 9H38, com 3,395 Kg, nasceu a minha neta!!!
Acreditem, um dia vão nascer a falar...
Vi a minha neta com 3 horas de vida, um bebe de olho aberto que seguia o olhar para quem falava e que dava atenção, quando se falava com ela.
Um bebe que estando a mamar, parava, para escutar, quando se falava e que mesmo assim olhava pelo canto do olho, tudo o que por perto se mexia...
Um bebe que parecia conhecer a voz da mãe e do pai e que, quando um deles a afagava, ela acalmava mesmo porque... os conhecia! Não sei explicar.
Como é possível Amar já tanto, aqueles dedinhos das mãos, compridos e finos que se parecem tanto com os da minha filha, sua tia, quando nasceu?
Como é possível Amar já tanto aquelas orelhinhas que se parecem com as do seu pai, meu filho?
A boquinha é a da minha nora, a quem eu desde já muito agradeço toda esta Alegria que nos deu. Bem hajas! Obrigada! 
Pormenores, claro! Tudo pormenores, sem qualquer importância!
Tendo até em conta que, não sei com quem ela é parecida. 
E sabem que mais? Pouco me importa! A minha neta acima de tudo é parecida com ela própria! E mais, é minha neta!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Que queridos, os meus colegas

Meus colegas enviaram-me isto:
Matilde é um nome Feminino.
A origem do nome Matilde é Germânico.
Guerreira que combate com energia, nome que indica certa preocupação pelo futuro. Pessoas que fazem tudo, não porque gostem do poder, mas antes, para assegurar o seu futuro. Realizam o seu trabalho com gosto e aproveitamento.
Matilde é um nome que pode se referir a imperatrizes e rainhas consortes, tais como:
Matilde de Flandres, Rainha consorte de Inglaterra;
Matilde da Escócia, Rainha consorte de Inglaterra, primeira esposa de Henrique I;
Matilde I de Bolonha, Rainha consorte de Inglaterra;
Matilde II de Bolonha, Condessa de Bolonha e Rainha consorte de Portugal;
Matilde de Inglaterra, Imperatriz consorte do Sacro Império, Condessa de Anjou e Senhora dos Ingleses;
Princesas:
Matilde da Baviera, princesa da Baviera;
Matilde Carolina da Baviera, princesa da Baviera;
Matilde, Duquesa de Brabante, princesa da Bélgica e duquesa de Brabante;
Matilde de Portugal, Infanta de Portugal e Condessa da Flandres;
Matilde Ludovica da Baviera, duquesa da Baviera;
Santas:
Matilde de Hackeborn, santa católica;
Matilde de Ringelheim, santa católica;
Numerologia do nome Matilde
Número da ambição é 6: Luta pelo amor, família e lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.
Número da personalidade é 4: Luta pelo amor, família e lar. Adora ter harmonia e beleza em torno de si.
Número da expressão é 1: Atira-se pela vida fora, atrás do que deseja e se concentra para fazer, sempre bem feitas, as coisas que empreende.
Resumo do nome Matilde
Independente, pioneiro e criativo. As pessoas de personalidade 1 são líderes natos em tudo.
Muito autoconfiante, têm êxito em tudo que fazem. Siginifica liderança e ambição. Também é o número que traz coragem, independência, atividades mentais e físicas, individualidade e realizações.
Pontos positivos
Liderança, Pioneirismo, Iniciativa, Coragem, Independência
Pontos negativos
Agressividade, Egoísmo, Egocentrismo, Inflexibilidade, Individualismo

sábado, 2 de fevereiro de 2013

"Pensava que se benzia mas afinal, partiu o nariz"

Pois é, existe esse ditado. O povo é sábio. Aconteceu comigo, ontem. Querem saber?
Ontem, 6ª. Feira, pensei em me despachar, vai dai, interrompi os meus trabalhos de fecho do mês e resolvi ir ao super mercado a hora do almoço, tipo para me despachar e não ter de lá ir ao final do dia, mais pessoas, mais demora...sempre tinha de me despachar, perder pouco tempo com as compras... então, decidi e lá vou eu, toda lampeira...
Estacionei no parque do super, fiz todas as compras que precisava, paguei, arrumei as compras no porta bagagens, coloquei o saco dos frescos a frente para levar para o frigorífico do escritório e lá fui eu de volta para o trabalho. Afinal tinha conseguido, tinha feito tudo e despendido pouco tempo, sempre estava a fechar o mês, todos os minutos são preciosos. A meio do percurso o meu carro avariou! Fiquei pendurada a caminho do trabalho! ARRGH!!
Foi o carro no reboque para a oficina e foi um colega meu buscar-me. Buscar-me a mim e aos sacos! ARRGH!!

Cheguei cedissimo, tipo perdi pouquíssimo tempo... 16H30...
Depois vim de boleia para casa. Eu e mais os sacos.

Tudo devido a uma avaria "F" ???? não faço ideia!
Carros! Automatismos é o que é!