domingo, 15 de março de 2026
"Pés de Barro" - Nuno Duarte
segunda-feira, 9 de março de 2026
Beatriz da Conceição - "Sou um fado desta idade"
Deixem de os cantar tristonhos,
Façam os fados ativos
Pode o fado ser eterno,
Ritmado, alegre, bailado, moderno
Sou um fado desta idade
Saltadinho com viveza
Sabe bem não ter saudade, saudade, saudade
Saudade faz tristeza
Cá por dentro o sangue ferve
Á moleza vou dar fim
Sofre tanto que não serve, não serve, não serve
Não serve p'ra mim
Vamos, cantem este fado
Mexido, marcado
Fado assim é divertido
Pulado, batido
Tem em si um ar de festa,
Mas que mesmo portuguesa
Perdeu a tristeza, ganhou em beleza
Saltadinho com viveza
Sabe bem não ter saudade, saudade, saudade
Saudade faz tristeza
Cá por dentro o sangue ferve
Á moleza vou dar fim
Sofre tanto que não serve, não serve, não serve
Não serve p'ra mim
Saltadinho com viveza
Sabe bem não ter saudade, saudade, saudade
Saudade faz tristeza
Cá por dentro o sangue ferve
Á moleza vou dar fim
Sofre tanto que não serve, não serve, não serve
Não serve p'ra mim
Ricardo Ribeiro - "Muda a Agua as azeitonas..." - Fadinho Alentejano
Quando chegas noite fora
À espera à porta de casa
À espera à porta de casa
Está o teu pai que te adora
Lindos olhos tem o mocho (piu)
Quando a noite vem chegando
Para deixar passar a noite
P'ra deixar passar a noite
Uma moda eu vou cantando
Muda a água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda a água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Abalaste p'ra Lisboa (pois)
Deixaste-me ao pé da porta
Tu seguiste o teu caminho
Tu seguiste o teu caminho
A minha alma ficou torta
Quando cheguei ao Barreiro (já fui)
Lisboa estava fechada
Voltei p'ra casa a cantar
Voltei p'ra casa a cantar
Uma vida abençoada
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Os finados Alemães Maria Feliz (Meine) e José Feliz (Matteo), eremitas em Trás os Montes, Portugal
A vida do casal Feliz numa aldeia de Trás-os-Montes, em Portugal.
Atenção: Esta reportagem existe na Internet... Chamo-a aqui ao meu blogue, apenas na sequência do meu anterior post, cujo titulo é "Nem Todas as Árvores Morrem de Pé", título do primeiro romance de Luísa Sobral que aconselho vivamente a sua leitura.
"Nem Todas as Árvores Morrem de Pé" - Luísa Sobral
Quis o tempo me levar
Antes do tempo de deixar
Antes de estar madura para cair
E tudo o que eu fiz
Foi nascer Maria Feliz
Foi um pacto delicado
Partirmos lado a lado
Mas se outro mundo houver
Quero entrar de braço dado
Pois tudo o que eu quis
Foi ser Maria Feliz
Tenho em mim
Toda a natureza
Sou raiz que não está presa
Árvore que parte antes do fim
E assim já não tenho medo
Parto em paz mesmo que cedo
Se te tenho a ti
Vou sem olhar para trás
Serei o que sempre quis
Eternamente Maria Feliz
Até sempre Maria Feliz
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
"O Sexto Sentido" - José Rodrigues dos Santos
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
GNR - Grupo Novo Rock - "Impressões Digitais"
Sinto depressão conforme (wo-oh) Eu perco tempo e é essencial Sofro uma pressão enorme (wo-oh) Para gostar do que é normal
Deixo tudo para mais logo Não sou analógico, sou criatura digital Tendo para mais louco Não sou patológico como o papel vegetal, papel vegetal
Faz-me impressão ser seguido (wo-oh) Sempre imitado por gente banal Faz-me um favor, estou perdido (wo-oh) Indica-me algo de fundamental
Acho que gosto em mim, o que me motiva Esta presença sensacional E em ti o que me torna afim, o que me cativa Esse sorriso vertical
Acho que gosto em mim, o que me motiva É uma presença original E em ti o que me põe assim, o que me, o que me, o que me Sorriso vertical, sorriso vertical Como uma impressão digital
Sinto-me uma fotocópia, prefiro o original Edição revista e aumentada, cordão umbilical Sempre exclusivo, a morder a página é só papel de jornal
Faz-me impressão o trabalho A inércia faz-me mal Faz-me impressão o trabalho A inércia faz-me mal Faz-me impressão é só trabalho A inércia faz-me mal Faz-me impressão o trabalho A inércia faz-me mal
Wo-oh-oh (Yeah, yeah) Wo-oh-oh (Yeah, yeah) Wo-oh-oh (Yeah, yeah) Wo-oh-oh (Yeah, yeah) Wo-oh-oh-oh-oh
"Querida Tia" - Valérie Perrin
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Mais um trabalho terminado
Uma lembrança de Natal, um pouco atrasada, para uma enfermeira muito carinhosa e espero que ela goste...







