sábado, 25 de julho de 2026
Fredrik Backman - "A minha avó pede desculpa" e "Britt-Marie esteve aqui"
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Luís Represas

Luís Paulo Fontes Represas nasceu a 24 de Novembro de 1956 e faleceu hoje, dia 22 de Julho de 2026, aos ainda 69 anos e mais uma vítima de cancro do pulmão...
No Verão de 1976 juntamente com João Gil e outros, fundaram o Grupo Trovante, uma banda que terá sido apadrinhada pelo saudoso Carlos do Carmo...
Banda de tantas canções icónicas que todos temos em memória! Fica uma obra musical rica na memoria de várias gerações...
As homenagens têm sido imensas e de todos sem exceção... deixo aqui as duas que mais me sensibilizaram, a do nosso atual Presidente da Republica, Dr. António José Seguro, bastante sensibilizado e a de Luís Osório, através da sua Publicação Diária, "Postal do Dia".

sábado, 18 de julho de 2026
"Véspera" - Carla Madeira
quarta-feira, 1 de julho de 2026
"O caderno proibido" de Alba de Céspedes
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domingo, 21 de junho de 2026
A minha Caturra
Estamos em Pombal.
Viemos passar uns dias, mudar de ares...
Ontem, repetiu-se a história de há 7 anos atrás...
A diferença é que não vamos buscar mais nenhuma... é uma dor forte perder um animal...
Foram 7 anos de Muito Amor!
Como ela veio apenas com 2 semanas de vida, criei-a a biberon de 2 em 2 horas...
Ela, chamava-me "mami"... eu, chamava-lhe "Catu"...
Gostaria de acreditar que ela foi ser Feliz em Liberdade mas não creio...
quinta-feira, 18 de junho de 2026
domingo, 7 de junho de 2026
"Um Amor Feliz" de David Mourão Ferreira
domingo, 31 de maio de 2026
Helena Tavares - "Na rua dos meus ciúmes"
Vi-te passar fora de horas
Com a tua nova paixão
De mim não esperes queixumes
Quer seja desta ou daquela
Pois sinto só pena dela
E até lhe dou meu perdão
Deixei o meu coração.
Inda que me custe a vida
Pensarei com ar sereno
Que esse teu ombro moreno
Beijos de amor vão queimar
Saudades são fé perdida
São folhas mortas ao vento
Que eu piso sem um lamento
Na tua rua ao passar
Inda que me custe a vida
Não hás de ver-me chorar.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
"Nem por isso" de Maria Roma
Sinopse:
"Nem por isso" é um romance sobre quatro mulheres e quatro homens, amigos de longa data, cujo quotidiano é dominado pelo impulso imparável, do correr dos seus dias, num mundo complexo e intenso.
Onde a amizade, a paixão e o amor os envolvem numa teia intrigante determinando as suas decisões, desatinos de alma, discussões, prazeres e entrega mútua.
Mas também as suas incertezas, momentos inesquecíveis, desamores, traições e alegrias espontâneas. Que os desafiam constantemente.
Contudo, sempre com consentimento, que por vezes, surpreende e não se conseguem libertar...
Tudo numa valsa imparável. a que alguns não resistem...
Mesmo que o desespero se avizinhe... Por vezes até ao limite...
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È um livro muito interessante, com voltas e revoltas, amores e desamores, com tinos e desatinos, certezas e incertezas...
Mas acima de tudo, com muita Sinceridade, Respeito e Verdade mutuas!
Princípios com que Todos nos deveríamos relacionar!
GOSTEI! Tenciono ler mais outros da autora Maria Roma, pseudónimo de Maria José Salgado Sarmento de Matos Freitas do Amaral.
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Dupla Free Acro Souls - VENCEDORES da 10ª. Edição Got Talent Portugal 2026
domingo, 12 de abril de 2026
"O Retorno" de Dulce Maria Cardoso
"O Retorno"
de
Dulce Maria Cardoso
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Sr. Engenheiro - Alegadamente um Musical
Os Mimos Gabriel e João - Semi-final 03 | Got Talent Portugal 2026
"Memória" - Carminho e Rosalía
Ainda te lembras de mim?
Ainda sabes de onde eu vim?
Quem sou esta que aqui estou?
Que alguma memória existe
E ainda sabes quem sou
Se me alegro se agradeço
Ou se ainda sei cantar
Recorda-me por favor
Diz-me com sinceridade
Se tu te lembras de mim
Onde cresci e amei
Ou se a algo eu pus fim
Que o tempo passa e não esqueces
Quem eu fui e sou em fim
Oh meu doce coração
Ainda te lembras de mim?
Siempre que me acuerdo de algo
Siempre lo recuerdo un poco diferente
Y sea como sea ese recuerdo
Siempre es verdad en mi mente
Y si mi alma se derrama
Cuando muera solo pido
No olvidar lo que he vivido
Será que tu me conheces
Que o tempo passa e não esqueces
Quem eu fui e sou em fim
Oh meu doce Coração
Ainda te lembras de mim?
domingo, 15 de março de 2026
"Pés de Barro" - Nuno Duarte
segunda-feira, 9 de março de 2026
Beatriz da Conceição - "Sou um fado desta idade"
Deixem de os cantar tristonhos,
Façam os fados ativos
Pode o fado ser eterno,
Ritmado, alegre, bailado, moderno
Sou um fado desta idade
Saltadinho com viveza
Sabe bem não ter saudade, saudade, saudade
Saudade faz tristeza
Cá por dentro o sangue ferve
Á moleza vou dar fim
Sofre tanto que não serve, não serve, não serve
Não serve p'ra mim
Vamos, cantem este fado
Mexido, marcado
Fado assim é divertido
Pulado, batido
Tem em si um ar de festa,
Mas que mesmo portuguesa
Perdeu a tristeza, ganhou em beleza
Saltadinho com viveza
Sabe bem não ter saudade, saudade, saudade
Saudade faz tristeza
Cá por dentro o sangue ferve
Á moleza vou dar fim
Sofre tanto que não serve, não serve, não serve
Não serve p'ra mim
Saltadinho com viveza
Sabe bem não ter saudade, saudade, saudade
Saudade faz tristeza
Cá por dentro o sangue ferve
Á moleza vou dar fim
Sofre tanto que não serve, não serve, não serve
Não serve p'ra mim
Ricardo Ribeiro - "Muda a Agua as azeitonas..." - Fadinho Alentejano
Quando chegas noite fora
À espera à porta de casa
À espera à porta de casa
Está o teu pai que te adora
Lindos olhos tem o mocho (piu)
Quando a noite vem chegando
Para deixar passar a noite
P'ra deixar passar a noite
Uma moda eu vou cantando
Muda a água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda a água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Abalaste p'ra Lisboa (pois)
Deixaste-me ao pé da porta
Tu seguiste o teu caminho
Tu seguiste o teu caminho
A minha alma ficou torta
Quando cheguei ao Barreiro (já fui)
Lisboa estava fechada
Voltei p'ra casa a cantar
Voltei p'ra casa a cantar
Uma vida abençoada
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
Muda água às azeitonas
Rega bem os teus tomates
Tem lá cuidado com a horta
O cravo já está no vaso
Sim senhora, por acaso
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Os finados Alemães Maria Feliz (Meine) e José Feliz (Matteo), eremitas em Trás os Montes, Portugal
A vida do casal Feliz numa aldeia de Trás-os-Montes, em Portugal.
Atenção: Esta reportagem existe na Internet... Chamo-a aqui ao meu blogue, apenas na sequência do meu anterior post, cujo titulo é "Nem Todas as Árvores Morrem de Pé", título do primeiro romance de Luísa Sobral que aconselho vivamente a sua leitura.












