domingo, 7 de janeiro de 2018

Mais uma capa

Pronto,  terminei mais um modelito.
Desta vez acho que é para mim.
 
 

E pronto, cá estou em 2018

É verdade, podem, depois de tudo isto, pensar que não sou boa de cabeça, mas pensem o que quiserem, porque já sou muito velha e portanto já não mudo, para mim, é como se o ano tivesse começado na 6ª. Feira passada, depois da casa toda limpa de cima a baixo, tudo lavado, engomado e colocado nos devidos lugares, cortinados, tapetes, edredons... O Natal já arrumado e a espera do novo Dezembro que, acreditem, chega num instante... Tudo limpinho, até em mim, sim que arranjar cabelos, mãos, pés... que prazer!
Bem, ontem fiz o que ainda me faltava fazer para iniciar o ano, mas gostava que não tivesse sido necessário, preferia que me tivesse encontrado com ela na minha ou na sua casa... fui mais outra vez visitar a minha comadre Mariana. Mas dói-me tanto!
Como já aqui tinha referido, a minha M. sofreu um AVC e daí para cá tem sido um calvário...
Um Grande desejo para o Novo Ano, era a Mariana melhorar e voltar a ser como era...
Tenho Saudades...
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BOM ANO 2018

Para todos, deixo aqui o "Bolero" de Ravel, pelo Maestro André Rieu, com os Desejos de um Bom Ano Novo 2018. 
E para matar saudades deixo igualmente o "Bolero" mas de um dos melhores filmes que já vi, sobre o pós e 2ª. Guerra Mundial, "Les Uns et Les Autres"

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Trilogia de Lotus - José Rodrigues dos Santos

Terminei de ler a trilogia do Lotus, do escritor José Rodrigues dos Santos, e como sempre tem acontecido com os livros que tenho lido de sua autoria, Adorei! 
As últimas páginas do terceiro livro,  li-as devagarinho, para fazer render.
Aconselho vivamente a lerem,  vão gostar. 
Fica aqui a sinopse dos 3 livros.
Pode uma ideia mudar o mundo?
O Século XX nasce, e com ele germinam as sementes do autoritarismo por todo o Mundo.
Da Europa à Ásia, as ondas de choque irão abalar a humanidade e atingir em cheio quatro famílias.

Depois de assistir à queda da monarquia, o capitão Artur Teixeira vê as esperanças da República afundarem-se num caos de instabilidade.
Adere à Revolução Militar e recebe uma missão: Convencer Salazar a tornar-se ditador.

Satake Fukui cresce num Japão dilacerado entre a tradição e a modernidade.
O seu confronto com o militarista Sawa, reflete um braço de ferro que ameaça mergulhar o país e o mundo numa catástrofe sem precedentes.

A chinesa Lian-hua nasce com olhos azuis, os mesmos que veem a China arrastada para um choque titânico entre os nacionalistas, os comunistas e os japoneses.
Apanhada no fogo cruzado, é raptada por um radical comunista: o jovem Mao Tsé Tung.

Os bolcheviques ou Comunistas Russos, acabam de conquistar a Sibéria e batem à porta da pequena quinta dos Skuratov.
Estaline, o líder da União Soviética, iniciou as coletivizações e Nadezhda Skuratov são lançados num ciclo de medo, fome e sofrimento.

Estão apresentadas as quatro famílias e suas personagens principais de quatro cantos do Mundo, tão diferentes em hábitos e costumes...
Pode uma ideia mudar o mundo?
Nova Iorque, 1929. A bolsa entra em colapso, milhares de empresas fecham, milhões de pessoas vão para o desemprego. A crise instala-se no planeta.

Salazar é o ministro das Finanças em Portugal e a forma como lida com a Grande Depressão granjeia-lhe crescentes apoios.
Conta com Artur Teixeira para subir a chefe de governo, mas primeiro terá de neutralizar a ameaça fascista.

O desemprego lança o Japão no desespero.
Satake Fukui vê o seu país embarcar numa grande aventura militarista, a invasão da Manchúria, na mesma altura em que tem de escolher entre a bela Harumi e a doce Ren.

Lian-hua escapa a Mao Tsé Tung e vai para Peiping.
É aí que a jovem chinesa e a sua família enfrentam as terríveis consequências da invasão japonesa da Manchúria.

A crise mundial convence os bolcheviques de que o capitalismo acabou.
Estaline intensifica as coletivizações na União Soviética e o preço, em mortes e fome, é pago por milhões de pessoas. Incluindo Nadezhda.

O mundo à beira do abismo. Uma viagem palpitante à perigosa década de 1930 na companhia de figuras históricas como Salazar e Chiang Kai-shek. 

Trilogia do Lótus - Livro 3: O Reino do Meio
A guerra rebenta em Espanha e o Japão invade a China.
Uma relação extraconjugal nos Açores, o atentado contra Salazar e as intrigas palacianas em Tóquio aproximam o coronel Artur Teixeira do cônsul Satake Fukui na mais imprevisível e perigosa das cidades: a Berlim de Adolf Hitler.
Lian-hua, a chinesa dos olhos azuis, está prometida a um desconhecido quando vê os japoneses entrarem em Pequim e a sua vida se transforma num inferno.
O mesmo espetáculo é observado pela russa Nadezhda Skuratova em Xangai, onde se apaixona por um português que a forçará a uma escolha impossível.
Amor, dor e ódio no Reino do Meio.
A Berlim do blackout, dos boatos e das anedotas, do Hotel Adlon, das suásticas que brilham à noite e das lojas vazias com vitrinas cheias;
A Pequim das casamenteiras, dos trajes de seda, dos cules e dos riquexós;
A Tóquio do Hotel Imperial, dos golpes no Kantei, do zen e dos códigos de honra giri e ôn;
A Xangai da Concessão Internacional, dos portugueses do Clube Lusitano, dos néones, das taxi-girls russas e dos bordéis.
Termina assim a história inesquecível das quatro vidas que o totalitarismo moldou.
O Reino do Meio encerra em grande estilo a polémica Trilogia do Lótus.

Leiam que vão gostar.

domingo, 31 de dezembro de 2017

Bom Ano Novo de 2018

                                                                     
















E Pronto, esta tudo dito...
Felicidades!

sábado, 30 de dezembro de 2017

Mais um trabalho terminado

Não, não é uma saia, nem tão pouco uma prenda de natal, é apenas uma capinha para os ombros e vai ser uma prenda de aniversário. E faço votos que goste. É já no início de Janeiro de 2018.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

O dia seguinte ao dia de Natal

Este ano, foi Muito Bom,  o dia seguinte, ao dia de Natal!
Não foi aquele dia de rever o dia de Natal, de pensar nas prendas dadas e recebidas, do que se disse e se ouviu, do que ficou por dizer, do que se comeu e não devia, e do que agora apetecia comer...
Foi o dia de descanso, não só dos avós, mas também da neta.
E que bem dormiu a neta!
Foi apenas o dia de ver televisão, ver filmes de desenhos animados, comer apenas comida saudável para desenjoar os doces... hum, que bem soube o peixe cozido com couve flor... e as laranjas e os quivis de sobremesa, nada de doces...
Abençoado o dia seguinte ao Natal!
Foi um "dolce far niente"!
Até a Julie,  a nossa cadela, estava de descanso, bem, de descanso, descanso... não era bem... é que bem fez de almofada/encosto duma certa menina...